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Farmácia Estética: por que evitar a pós EAD?

Há algum tempo, farmacêuticos têm procurado nosso blog para contar (e denunciar!) suas experiências com a pós EAD em Farmácia Estética.
farmácia estética

Há algum tempo, farmacêuticos têm procurado nosso blog para contar (e denunciar!) suas experiências com a pós EAD em Farmácia Estética. Os depoimentos sempre trazem o mesmo final: frustração, decepção, além de encarar a realidade de que gastaram dinheiro à toa. 

Os profissionais da saúde que passaram por essa situação – não só farmacêuticos, mas enfermeiros, biomédicos, entre outros – relatam que a sensação é de retornar à estaca zero quando finalizam a especialização em Farmácia Estética EAD. Isso porque, os conselhos rejeitam o certificado por não contar com aulas práticas necessárias, impossibilitando a atuação.

Segundo a Resolução Nº 615/2015, para ser habilitado pelo Conselho Regional de Farmácia do seu estado é necessário ser egresso do programa de pós-graduação ou curso livre. Além disso, a IES (Instituição de Ensino Superior) responsável por emitir o certificado e ministrar o curso precisa ser credenciada ao MEC. 

Mas mesmo cumprindo o que a resolução pede, pode acontecer do CRF não habilitar o profissional esteta. Sabemos que o sentimento é de que foram enganados, porém é bem explícito – e até óbvio – que realizar uma vivência clínica na pós-graduação é fundamental para preparar o farmacêutico esteta para o mercado. 

Por isso, neste artigo trouxemos uma série de fatores que farão você entender porque deve evitar a pós EAD em Farmácia Estética. Inclusive, você verá uma lista das disciplinas práticas obrigatórias de uma pós-graduação correta. Então leia esse texto até o final! 😉

Josiele Batista
Editorial

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