O Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão por meio de uma Nota Informativa confeccionada em Março do corrente ano, diz que foi encaminhado a Casa Civil da Presidência da República Proposta de Emenda a Constituição, visando transformar os Conselhos de Fiscalização Profissional em entidades de direito privado.

Quem vem falhando, e gravemente, é o CRM, que não exige antecedentes criminais de seus afiliados, que não investiga denúncias, que não caça registros de profissionais inaptos, que não vê a palhaçada que esses médicos postam nas redes sociais, que não vão atrás de um médico que divulga serviços no RJ e SP e só tem registro em GO e DF.

O problema todo está no médico e no conselho, não nas pessoas que buscam realizar sonhos e acabam caindo nas mãos desses charlatões.

Os pacientes e toda população são vítimas e estavam buscando o que achavam ser melhor para si, e ninguém que procurava por eles queria ir até lá para morrer, não é mesmo?

Provavelmente não entendiam os riscos no qual estavam se submetendo e aos mais diversos procedimentos de saúde, cirurgias e não tão somente os estéticos.

Saiba que está rolando nos bastidores: Estão querendo acabar com os conselhos de medicina, e todos os demais conselhos

Não sei se vocês, leitores do blog, estão sabendo mas, está decidido pelo STF e Ministério do Planejamento a destituição de todos os conselhos fiscais profissionais do status dê Autarquias, e vocês sabem o motivo?

Justamente porque todos ou grande maioria se resumem a organizações com fins arrecadatórios e corporativistas, lamentável não?

O CRM e CFM quer, antes de tudo, que você pague a sua anuidade e sustente aqueles “brutamontes” que ficam lá na boa, apenas viajando e fazendo política em nome dos médicos.

Hoje, vivemos o fenômeno da rede social, não é mesmo? As pessoas recriam a própria vida no instragram, onde o dólar nunca está alto, os vinhos em restaurantes sai barato para eles.

Os conselhos de medicina claramente não tem condições de proteger a sociedade dos maus profissionais

Estamos acompanhando o caso do médico Denis Furtado, mais conhecido nas redes sociais como Dr. Bumbum, que após injetar PMMA nas nádegas da bancária Lilian Calixto a mesma faleceu logo depois.

Em março de 2016, ele foi alvo de interdição cautelar para o exercício da profissão, a qual foi suspensa três meses depois pela Justiça Federal, em Brasília. Dá para acreditar?

O CRM em 2016 interdita, a justiça suspende a interdição e dois anos depois ele mata alguém realizando procedimentos estéticos com PMMA que não são autorizados para esses casos. Não teria sido, então, um erro judicial? A justiça a priori é cega, isso é fato!

O advogado que está defendendo esse monstro, deveria no mínimo ter caráter em recusar o serviço, porque nos EUA quem defende bandido é cúmplice. Mas, o médico também deveria ter tido mais caráter e ter encerrado sua carreira e procurado outra coisa para fazer menos nociva.

Mesmo após ter provocado a morte da bancária utilizando PMMA para fins estéticos, mesmo realizando um atendimento de forma clandestina, mesmo realizando um procedimento proibido por todas as Sociedades de Profissionais Estetas em todo o mundo, o sociopata ainda continua se sentindo tão vítima ou tão injustiçado quanto a família da paciente que ele matou. Péssimo!

Usar desculpa de erro médico para justificar ou acobertar crimes é algo que a classe médica vem usando desde que o mundo é mundo, com o intuito de ludibriar as pessoas mais humildes e leigas a fim de saírem ilesos e continuarem se perpetuando na área de exercício profissional, não é mesmo?

Ao contrário, por exemplo, da Biomédica Esteta no caso da necrose após o procedimento de rinomodelação, pois mesmo que a jornalista tenha tido seu nariz recuperado, sendo submetida à vários tratamentos e sofrimentos, a profissional biomédica fechou sua clínica, encerrou sua carreira como esteta, decidiu mudar de área partindo para outra profissão e além de tudo a profissional e a família ficaram extremamente abaladas e sensibilizadas com o caso em questão.

Ou seja, a biomédico teve a noção de que errou, e para isso se submeteu a várias decisões fora da área estética, e os médicos usam ainda a desculpa de erro médico para serem acobertados e continuarem trabalhando na área. Poxa! Precisou uma inocente morrer para tentarem ao menos dar uma atenção ao que já deveria ter sido abordado? Porque ele está atuando ainda na área e fora do local autorizado? São perguntas sem respostas e injustiças atrás de injustiças.

E isso não e tudo, ele ainda fazia promoções em suas redes sociais com fotos de antes e depois. Onde está o CRM e CFM nessas horas? Nós sabemos, estão lá preocupados em tomar conta da vida de outros profissionais e lançarem liminares que proíbem a realização dos procedimentos estéticos por outras classes.

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