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O momento certo para realizar o sonho de atuar na Farmácia Estética

“Fazer a pós em Farmácia Estética era um sonho meu de 5 anos atrás, mas como a minha escala no serviço era 6×1 eu não consegui fazer.”
farmácia estética

Josiele Batista
01 abril, 2022

“Fazer a pós em farmácia estética era um sonho meu de 5 anos atrás, mas como a minha escala no serviço era 6×1 eu não consegui fazer porque estava no modelo de aulas sábado e domingo a cada 15 dias.”

Essa é a realidade de muitos profissionais e com a Dra. Gabriella Martins Albino não foi diferente. Formada desde 2012 pela UNIFENAS – Universidade Jose do Rosário Vellano, ela estagiou em laboratórios, mas trabalhou cerca de 9 anos no atendimento de drogarias na cidade de Poços de Caldas – MG. 

Entre a disponibilidade de horário e outras questões, o sonho de realizar a pós-graduação em farmácia estética teve que esperar para se concretizar. “Quando eu tomei a decisão de sair do meu emprego pra conseguir fazer a especialização, descobri que estava grávida e precisei suspender todos os meus sonhos pra lidar com isso, apesar de ser muito desejada, não foi uma gravidez planejada”, conta.

Mantendo seu emprego por conta da estabilidade, cada vez mais seu dia a dia parou de fazer sentido com seus propósitos de vida. Ela conta que além da cobrança intensa de vendas e metas, presenciou situações que a deixaram abalada.

 “Eu não aguentava ver uma mãe ter que escolher o remédio que ia comprar pra dar pro filho, de 3 ou 4 ela só levava um, então eu acabava comprando e dando os remédios, e no fim ainda tinha que tentar vender as vitaminas mesmo sabendo que a pessoa não tinha condições”, relembra.

Com a pandemia, a Dra. viu uma oportunidade para mudar de vida e ir para a farmácia estética. Afinal, estava exausta dos turnos puxados e já insatisfeita com a profissão, ela agarrou a oportunidade.

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“Essas empresas que são grandes vão crescendo e esquecem do funcionário, veio a pandemia, minha filha ficou sem escola, e eu fui só me sobrecarregando, até que eu fiquei doente”.

A aluna egressa relata que passou por um momento de problemas com ansiedade e crise do pânico e precisou ficar afastada por 6 meses.

“Então eu pensei: ou saio daqui e começo uma nova história, ou vou acabar piorando cada vez mais”, relembra.

Josiele Batista
Editorial

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