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Derivado da aspirina inibe a proteína ATF6A que pode estar associada ao câncer

Um dos remédios mais comuns e consumidos do mundo, a aspirina, inibe a ativação de uma proteína do retículo endoplasmático que pode estar associada ao desenvolvimento de doenças como câncer. A descoberta foi feita em uma pesquisa da UFMG. O estudo revelou que o salicilado de sódio, derivado da aspirina, tem ação sobre a proteína […]
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Um dos remédios mais comuns e consumidos do mundo, a aspirina, inibe a ativação de uma proteína do retículo endoplasmático que pode estar associada ao desenvolvimento de doenças como câncer.

A descoberta foi feita em uma pesquisa da UFMG. O estudo revelou que o salicilado de sódio, derivado da aspirina, tem ação sobre a proteína ATF6A que estaria relacionada ao desenvolvimento e progressão de alguns tipos de tumores.

O retículo endoplasmático é um pequeno órgão responsável pela síntese e por modificações de muitas proteínas, tanto as que permanecem na células, como outras que são eliminadas.

Quando proteínas não se formam corretamente elas podem não funcionar ou funcionar além do necessário, causando o chamado estresse do reticulo endoplasmático, resultando na ativação de três proteínas entre elas a ATF6A.

Nos testes em laboratório, o salicilato de sódio inibiu a ativação em função dessa proteína, impedindo sua atividade dentro das células.

Sarah Sandrin
Administrador

Jornalista e Redatora das principais notícias sobre a Farmácia Estética.
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